MUSEU DA BEIRA DA LINHA DO COQUE LANÇA SITE EM FESTA CULTURAL NESTE DOMINGO : : Editoria de Cidades : : JC Online

Divulgação do lançamento do site do Museu pela editoria do caderno Cidades do JC online conforme o release enviado pela assessoria de comunicação do projeto de pesquisa que criou o site com incentivo do Funcultura.

 


 

MUSEU DA BEIRA DA LINHA DO COQUE LANÇA SITE EM FESTA CULTURAL NESTE DOMINGO

Na programação, haverá exibição de filmes e fotos sobre a história da comunidade, além de apresentação da Orquestra Pitombeira dos 4 Cantos e Som na Rural.

Da editoria de Cidades

 

O Museu da Beira da Linha do Coque foi lançado no dia 4 de agosto de 2013, Dia de Lutas e Conquistas dos Moradores do Coque Pelo Direito à Moradia. / Foto: Diego Nigro/JC Imagem

O Museu da Beira da Linha do Coque foi lançado no dia 4 de agosto de 2013, Dia de Lutas e Conquistas dos Moradores do Coque Pelo Direito à Moradia. / Foto: Diego Nigro/JC Imagem

 

O Museu da Beira da Linha do Coque, que realiza exposições itinerantes desde sua fundação em 2013, lança neste domingo (9), a partir das 15h, seu novo site com material audiovisual do projeto Contadores e Contadoras do Coque. A festa de lançamento acontece na Praça Ator Barreto Junior, na comunidade no bairro de Joana Bezerra, área central do Recife.

No evento, haverá exibição de filmes e fotos sobre a história do Coque, entre eles o longa Sítio do Cajueiro: Lembrar é (R)existir!, produzido pelos alunos do Projeto Narramundo. Além disso, uma apresentação da Orquestra Pitombeira dos 4 Cantos, de Olinda, homenageará os Contadores e Contadoras de Histórias. No final da tarde, o Som na Rural animará a comunidade. À noite, frei Aloísio dará palestra na Igreja São Francisco de Assis.

No site, registros em vídeo da história e da memória local, contada por seus próprios moradores. O endereço virtual é organizado em duas seções: Voz Ativa, em que os moradores têm a palavra; e Voz Passiva, com a fala de quem não mora no Coque. Os Contadores e Contadoras narram a história dos primeiros aterros na beira da linha e abastecimento de água por chafarizes até os festejos e as histórias de “outro mundo”, como a da Porca Luminosa. Tudo a partir de entrevistas com moradores.

“É um jeito muito especial de entrar no Coque. Permite ir descobrindo de novo o lugar e pensar o meu lugar no mundo a partir dele. Sinto-me privilegiada por poder acompanhar tão de perto o bastidor da feitura do Museu. Agradeço profundamente”, comentou a coordenadora da pesquisa, a arquiteta Cristina Lino Gouveia. “É um resgate, para os jovens e novos moradores conhecerem a história do Coque e além disso, quando divulgamos quem somos, quem nos discrimina, que nos chama de violentos, vai poder entender um pouco das nossas lutas e saber que no Coque mora muita gente boa, que trabalha”, afirmou o coordenador-geral do Ponto de Cultura, Rildo Fernandes.


 

Veja a publicação original da matéria no JC online.

 

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